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Quem já não teve soluço? Uma situação que muitas vezes é desagradável e chega a ser até dolorida.
Todos nós possuímos no nosso corpo um músculo que separa o tórax do abdômen (parte peitoral da barriga). Esse músculo recebe o nome de diafragma. E também possuímos a glote, que é uma abertura localizada na “garganta” e serve para o ar entrar nos pulmões. Pois bem, quando há uma contratura involuntária do diafragma e um súbito fechamento da glote, ocorre o soluço.
De uma maneira geral, o soluço não causa problemas para a saúde e desaparece espontaneamente em alguns minutos. Nos bebês o soluço é mais frequente devido à imaturidade do sistema nervoso, logo não há ainda uma boa atuação sobre o diafragma.

Algumas situações podem desencadear mais crises de soluços:
– distensão do estômago por ingerir uma quantidade grande de alimentos de uma só vez;
– ingestão de bebidas gasosas;
– mudanças bruscas de temperatura;
– tabagismo;
– alcoolismo;
– ansiedade;
– gargalhadas; – os bebês durante as mamadas costumam ingerir muito ar e isso causa soluço;
– situações onde a deglutição de ar é grande, como, por exemplo, comer muito rápido.

Para se livrar do soluço, é possível encontrar inúmeras técnicas simples, porém nenhuma comprovada cientificamente, mas algumas surtem efeito e as chamamos de resultados baseados no empirismo:
– prender a respiração por alguns minutos;
– respirar dentro de um saco plástico sem deixar o ar escapar o quanto aguentar. Cuidado, pois os batimentos cardíacos aumentarão;
– pressionar os joelhos dobrados contra o peito;
– puxar a língua ou simplesmente tentar provocar o vômito com o intuito de aliviar a pressão dentro do estômago;
– fazer gargarejos com água gelada;
– beber um copo de água cheio sem respirar;
– deitar de bruços, pois isso fará com que a respiração se torne mais intensa, forçando assim o diafragma;
– para os bebês ofereça o seio materno ou a mamadeira com água.

As sugestões acima não oferecem risco e podem fazer você acabar com o soluço, mas se o mesmo persistir por mais de 24 horas ou se as crises se tornarem muito frequentes, procure um médico, pois o soluço crônico requer uma avaliação neurológica a princípio e pode ser necessária uma avaliação do aparelho digestório e de outros possíveis problemas que possam estar ocorrendo no nosso organismo.

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