h1n1-modelo-de-imagemA gripe H1N1 ou gripe influenza A é um dos vários tipos existentes de manifestação do vírus que causa a gripe, sendo esta uma combinação dos tipos que afetam também os porcos e da chamada gripe aviária.

Conhecida no país desde o ano de 2009, este tipo de vírus, além de ser altamente contagioso, também pode ser letal.

O período em que os sintomas em geral levam a aparecer após a contaminação do indivíduo é de 3 a 5 dias, e se dá pelo contato direto com objetos contaminados ou através das próprias pessoas, e em especial, pelas gotículas de secreção das vias aéreas.

O que causa muita confusão, medo nas pessoas e a dificuldade dos médicos em muitas vezes fechar o diagnóstico do H1N1 é a semelhança dos sintomas desta gripe com os de outros tipos de gripe.

As pessoas infectadas por este tipo de vírus apresentam febre alta (acima de 39 graus) e que aparece repentinamente, dor nos músculos, na cabeça, garganta e nas articulações (juntas), além de irritação nos olhos, tosse, nariz escorrendo, cansaço e falta de apetite.

O diagnóstico da H1N1 pode ser feito através do exame clínico em conjunto com os resultados dos exames laboratoriais específicos.

Atualmente, a medida mais eficaz a ser tomada é a prevenção através da imunização, porém, no Brasil, devido às dificuldades de distribuição da mesma, apenas os grupos específicos estão sendo vacinados, pois são os mais afetados e em maior gravidade.

Caso uma pessoa seja infectada pelo vírus, o tratamento ainda é limitado. As pesquisas internacionais tem demonstrado que as medicações Tamiflu e Relenza tem demonstrado alta eficácia no tratamento e prevenção da piora dos sintomas que evoluem para uma maior gravidade, porém, seu efeito tende a ser mais eficaz se forem  tomados em até 48 horas após o aparecimento dos sintomas. É importante lembrar também que, nem todos os hospitais tem disponível estas medicações, e que as mesmas são usadas nos casos que de fato forem confirmados e para os grupos de maior risco. Daí vale e é altamente recomendável a prevenção.

Além da imunização, destacamos abaixo algumas outras medidas que ajudam em uma menor disseminação e contágio do vírus, que são:

– lavagem frequente das mãos com água e sabão. Caso não seja possível, sempre higienizá-las com álcool;

– cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar;

– evitar ambientes fechados e grandes aglomerações;

– evitar levar as mãos aos olhos, boca e nariz, em especial após cumprimentar alguém ou ter tocado em locais e objetos que muitas pessoas também tocaram;

– procurar o médico assim que os primeiros sintomas aparecerem;

– não praticar a automedicação, pois alguns medicamentos não podem ser tomados na infecção pelo H1N1, pois agravam os sintomas e causam vários efeitos colaterais bastante perigosos.

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