imagem

A labirintite, até há pouco tempo era reconhecida como uma doença característica de pessoas mais velhas. Hoje vem se tornando cada vez mais frequente entre as pessoas, em especial, se associada ao estilo de vida.

Hábitos alimentares inadequados, ingestão de fumo e álcool, estresse e ansiedade e algumas doenças, podem desencadear as desconfortantes crises de labirintite.

O labirinto é parte da estrutura do ouvido, e um dos responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. O termo labirintite, embora amplamente utilizado, é incorreto para designar os variáveis problemas que podem acometer esta estrutura, pois nem sempre se trata de uma inflamação do mesmo.

São diversos os fatores que podem causar a labirintite: processos inflamatórios, tumores, alterações de colesterol, pressão alta, glicemia alterada, uso de antibióticos, café, fumo, álcool, dentre outros.

Os sintomas que acompanham as crises são facilmente identificados, seja pela pessoa que o sente como pelo médico especialista, neste caso, o otorrinolaringologista.

Tontura, enjoo e vômitos, sensação de flutuação ou de estar pisando no vazio, desequilíbrio, vertigens e sudorese são os sintomas mais comuns e característicos nas crises.

Nas crises mais intensas, muitas vezes os sintomas impedem a pessoa até de se levantar e realizar atividades que antes fazia com naturalidade, tamanho o desconforto e instabilidade.

O tratamento a ser indicado, dependendo da causa que esteja levando à enfermidade, é até relativamente simples, porém, requer alguns cuidados.

É recomendável o repouso nos primeiros dias, não dirigir (devido o efeito depressor de alguns medicamentos) e uma alimentação equilibrada e sem refrigerantes e café, pois são substâncias excitantes ao labirinto. Dependendo da intensidade da crise e dos fatores causadores, o tratamento pode levar alguns dias e até semanas.

Para se diagnosticar a labirintite é fundamental o acompanhamento de um médico especialista, que, além do exame clínico, também fará alguns outros exames mais específicos e indicará o tratamento necessário para cada caso.

Listamos abaixo, de maneira simples, algumas recomendações durante o tratamento da labirintite:

• Evitar a ingestão de álcool;
• Não fumar;
• Controlar os níveis de colesterol, triglicérides e a glicemia com acompanhamento médico e reeducação alimentar;
• Evitar intervalos muito grandes entre as refeições;
• Realizar alguma atividade física;
• Ingerir bastante líquido;
• Evitar refrigerantes, café e chocolates durante a crise e o tratamento;
• Não dirigir, pois alguns medicamentos afetam a percepção e causam sono, pois agem no sistema nervoso.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

três × um =