afog 1A cada ano, o número de afogamentos com vítimas fatais vem crescido. Segundo os dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA) publicados em 2013, foram 6.500 pessoas que morreram por ano como vítimas de afogamentos, e mais de 100.000 casos não fatais.

A principal medida a ser tomada é a prevenção, e é eficaz em cerca de 85% dos casos.

São inúmeros os cuidados que podem e devem ser tomados, e cabe á toda sociedade conhece-los e multiplicá-los. Estas medidas preventivas são os verdadeiros “atos de heroísmo”.

É bastante evidente e conhecido pela maior parte das pessoas que o álcool é um dos grandes vilões de acidentes na praia e piscina. A ingestão de álcool pode provocar perda de consciência em graus variados, tonturas, dificuldades no entendimento e perda do senso de perigo, além de alterações na pressão arterial e outros problemas. Por isso, deve-se evitar ao máximo a combinação destes fatores.

É também bastante comum os acidentes na água com pessoas que não estão acostumadas com este lazer ou atividade, em especial, na praia. O abuso da entrada na água sem certificar-se de sua profundidade, da correnteza e bancos de areia ou buracos são os principais problemas. Brincadeiras com bóias, pneus e com violência também se constituem em perigos em potencial.
Mergulhar em águas profundas, sozinho e superestimando a sua própria capacidade de se manter com segurança na água são outros fatores que frequentemente levam ao afogamento.

Mediante isso, citaremos abaixo algumas das principais dicas de como prevenir os acidentes na água, tanto na praia como na piscina:
– Se for nadar, escolha sempre estar perto de um salva vidas, em especial se estiver com crianças ou pessoas que não estejam tão acostumadas com este lazer;
– Crianças necessitam sempre de supervisão. Os adultos devem sempre estar por perto e monitorando-as, porém, também é bastante eficaz as medidas educativas, como ensiná-las a nadar desde cedo, além de orientar quanto aos cuidados na água (profundidade, correnteza, bancos de areia e buracos);
– Não consuma bebidas alcóolicas se for entrar na água. São diversos os efeitos colaterais do uso do mesmo e da dificuldade em lidar com estes estando dentro da água;
– Utilize sempre grades de segurança ao redor da piscina: são muito comuns os acidentes de afogamento com crianças pequenas em piscinas. Cuidado também ao utilizar a bóia, que nem sempre é sinal de segurança. Mesmo com bóia, as crianças devem estar supervisionadas por adultos e de preferência, saber nadar.
– Esteja sempre com um telefone celular ou sem fio ao estar perto da água. Caso algum acidente aconteça, é preciso haver uma medida rápida e extremamente eficaz, e que não requer treinamento específico: CHAMAR POR AJUDA;
– Atenção também ao mergulhar em um local raso: neste caso são muito comuns os acidentes envolvendo fraturas e lesões graves, e em algumas vezes, em conjunto com o afogamento;
– Saiba realizar primeiros socorros. Esta medida, que é essencial a todos, vem se tornando cada vez mais um indicador nos índices de sobrevida e sobrevivência das vítimas.

Aproveite ao máximo as atividades tão prazerosas que a água pode nos trazer, seja na praia ou na piscina. Entretanto, tenha conhecimento das medidas de prevenção e do que fazer caso algum problema aconteça. A sua atitude pode salvar uma vida!

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